ESPAÇO-TEMPO

E o tempo de maneira também atemporal se apresenta.
É um paralelo de coisas avessas.
Transversas linhas que se movem em nossa consciência.
Trazem nuances da relativa realidade num sopro de “Dejavue”...
Nada me parece tão bem traçado como esse tempo domador.
Ele nos ensina o antes, o agora e o depois.
Detém em rédeas curtas.
Ou deixa fugir.
Essa é a única disciplina do homem.
Alguns se rebelam e outros se entregam.
Mas de fato é o que existe.
O tempo criação do homem.
Embutida na tal relatividade nada relativa.
De um espaço meu que não tem tempo.
De um tempo espaço infinito.
Tenta domar, com suas horas, minutos segundos, dias meses, anos séculos, com o seu calendário com o calendário de outros povos...
Mas é tempo, o teu e o meu. Cujas linhas em obediência nos rendem.
Embora com a ansiedade, com a vontade de dar um passo mais a frente.
Não há como.
Temos que seguir essa regra espaço tempo, espaço tridimensional.
Nesse ciclo eu vou lidando com as esferas dos meus sentidos e anseios da paciência ou da falta dela.Não tenho como fugir.
Nessa tal relatividade espaço-tempo, ser e não ser, colocamos os nossos sonhos, nossas criações mentais, ou nossos atos, ou apenas nos deixamos levar pela maré do acaso.
O tempo que transporta o agora para o depois.
Dono das coisas que lembramos e que queremos esquecer, daquilo que nem sabemos que um dia vamos conhecer.
Relativamente, caminha, passeia continuo entre nós...
E sempre nos leva a algum lugar...


KaryEl

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